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Documentário sobre sergipano Manoel Bomfim será lançado na Bahia, no IGHB, no dia 30 de maio às 17h

  • 13 de fev. de 2022
  • 2 min de leitura

Documentário sobre sergipano Manoel Bomfim será lançado na Bahia, no IGHB, no dia 30 de maio às 17h

"Por que não se fala em Manoel Bomfim?" O questionamento presente desde meados da década de 1980, quando Darcy Ribeiro classificou Manoel Bomfim como "o pensador mais original a América Latina", é o título do documentário que será lançado na próxima quinta-feira, dia 30 de maio, às 17h, no IGHB (Instituto Geográfico e Histórico da Bahia), rua Joana Angélica, n.43, Piedade.

O documentário teve seu lançamento oficial em Aracaju no dia 23 de abril no Centro Cultural de Aracaju, com sala lotada.

Intelectual com produção em diferentes áreas - como medicina, psicologia, educação e imprensa - Manoel Bomfim nasceu em Aracaju, dia 8 de agosto de 1868 e sua obra sempre esteve conectada e influenciada pelo chão da sua terra. Faleceu no Rio de Janeiro em 1932.

No documentário esse aspecto é confirmado pelos depoimentos de estudiosos, pesquisadores e ativistas sociais, como Ronaldo Conde Aguiar, biógrafo do sergipano e autor do livro "Manoel Bomfim,

o rebelde esquecido", Terezinha Oliva, historiadora e professora emérita da Universidade Federal de Sergipe; Fernando Sá e Romero Venâncio, respectivamente professores de História e Filosofia da mesma instituição e Ana Lúcia Vieira Menezes, professora e ex-deputada estadual.

Dirigido pelo cineasta argentino-brasileiro Carlos Pronzato, associado do IGHB, o documentário é construído a partir de pesquisa histórica e entrevistas e entrevistas com, além dos já citados, outros pesquisadores que produziram e continuam a produzir materiais sobre a obra de Bomfim, como Aluízio Alves Filho, autor do livro "Manoel Bomfim: combate ao racismo, educação popular e democracia radical"; Rebeca Gontijo, professora da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e autora do livro "Manoel Bomfim"; José Vieira da Cruz, professor e atual vice-reitor da Universidade Federal de Alagoas, e co-organizador do livro "Manoel Bomfim e a América Latina: a dialética entre passado e o presente"; e Ricardo Sequeira Bechelli, que escreveu "Nacionalismos anti-racistas: Manoel Bomfim e Manuel Gonzalez Prada".

Com o título não deixando dúvidas sobre o seu objetivo, o documentário busca dar visibilidade à vida e obra de um dos principais autores do pensamento social brasileiro, com teorias e ideias contrapostas ao pensamento hegemônico da sua época.

Documentário "Por que não se fala em Manoel Bomfim?"

Quando: 30 de maio, 17h

Onde: IGHB

Entrada franca

Informações e contatos para entrevista

Paulo Victor Melo - Assessoria de imprensa do documentário

(79) 9 9156-2343

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