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Pesquisador Osvaldo Teixeira faz palestra sobre a Estrada de Ferro Central - dia 17 de junho, na sede do IGHB

  • Foto do escritor: IGHB Bahia
    IGHB Bahia
  • 9 de jun.
  • 2 min de leitura

 



“A Estrada de Ferro Central - o nascimento de uma ferrovia na Bahia Imperial” é tema de palestra do pesquisador Osvaldo Teixeira, que acontece dia 17 de junho de 2026, às 16h30, na sede do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia. O encontro será antecedido da apresentação da Camerata Quadro Solar da Orquestra Sinfônica da Bahia, às 16h (composta pelo músicos Andréa Bandeira- Flauta, Mário Gonçalves- Violino e Tatiana Crilova - Viloncelo).


Saiba mais sobre o tema:


Em 17 de janeiro de 1866, um decreto imperial deu a John Charles Morgan, então cônsul inglês na Bahia, uma concessão para a construção de uma ferrovia que deveria ligar Cachoeira à Chapada Diamantina e ter um ramal entre essa cidade do Recôncavo e a de Feira de Santana.


Vivia-se, então, no mundo, a febre de construção de estradas de ferro. Desde o seu nascimento na Inglaterra, por volta do ano de 1830, o trem a vapor, pela sua imponência barulhenta e espalhafatosa, mas, sobretudo, pela sua capacidade de encurtar distâncias, passou a ser a face mais visível e empolgante da modernidade e do progresso.


A Estrada de Ferro Central da Bahia, nome pelo qual ficou conhecida essa ferrovia, para cuja construção o cidadão britânico John Charles Morgan recebeu concessão, nasceu inglesa, tendo sido "resgatada" nos primeiros anos da República pelo Governo Federal.


Depois, junto com outras estradas de ferro, foi passada à Companhia Viação Geral da Bahia e, em 1912, à uma empresa franco-belga, a Compagnie Chemins de Fer Fédéraux de l'Est Brésilien. Em 1935, virou a Viação Férrea Federal Leste Brasileira, e, em 1957, Rede Ferroviária Federal S/A. Finalmente, nos anos noventa, se tornou a Ferrovia Centro Atlântica S/A.


Os trilhos da Estrada de Ferro Central da Bahia nunca chegaram à Chapada Diamantina, como deveriam ter chegado, muito menos ao rio São Francisco, como se pretendia levá-los depois. Em compensação, através do prolongamento do que era para ser um ramal da estrada, o ramal de Machado Portela, chegaram, em 1950, a Minas Gerais, onde se uniram aos trilhos da Estrada de Ferro Central do Brasil, ligando, assim, por via férrea, o Norte ao Sul do país.


A entrada para a palestra é gratuita e o IGHB está localizado à Avenida Joana Angélica, 43 – Piedade.


Camerata da OSBA, Quadro Solar, fará apresentação antes da palestra
Camerata da OSBA, Quadro Solar, fará apresentação antes da palestra

 

 
 
 

64 comentários


Nguyen Co
Nguyen Co
há 14 horas

Que bom que o IGHB está resgatando essa história fascinante da ferrovia de Cachoeira à Chapada Diamantina. Sempre me pergunto como seria o interior da Bahia hoje se esse ramal tivesse sido concluído — quem quiser se aprofundar no tema, recomendo dar uma olhada em https://aiphoto-app.com

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Dacin Prayoga
Dacin Prayoga
há um dia

Que interessante essa conexão entre a concessão a Morgan e a febre ferroviária mundial de 1830. Sempre bom ver a história da Estrada de Ferro Central sendo resgatada, quem quiser se aprofundar no tema pode dar uma olhada em https://3d-ai-generator.com

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Tran Co
Tran Co
há um dia

Que interessante! A concessão a John Charles Morgan em 1866 mostra como a febre ferroviária mundial chegou cedo à Bahia. Quem tiver interesse em se aprofundar no tema, recomendo dar uma olhada em https://framepack-ai.com

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Cooper Christine
Cooper Christine
há 2 dias

Que interessante essa conexão entre Cachoeira e a Chapada Diamantina, um projeto ferroviário tão ambicioso para a época. Fico curioso para saber mais detalhes sobre o impacto dessa concessão na região do Recôncavo, e tenho usado https://aiphototemplate.com

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Tran Co
Tran Co
há 3 dias

Que interessante saber que a concessão para essa ferrovia foi dada a John Charles Morgan em 1866, um detalhe histórico que mostra como a febre das estradas de ferro chegou cedo à Bahia. Quem quiser se aprofundar no tema pode dar uma olhada em https://image-gpt.net

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