"Patrimônio Cultural em Perspectiva" será debatido em live nesta quinta(24) de setembro


Nesta quinta-feira (24) de setembro, às 17h, os professores Mariana Kimie da Silva Nito (FAU/USP), Carlúcio Baima(UEMA/IPHAN) e Iran Souza da Conceição(UCSAL/IPHAN) falarão sobre o “Patrimônio Cultural em Perspectiva”, em live com transmissão pelo canal do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia no youtube.com/ighbba. Entre os assuntos da pauta, as relações entre Cidades e Patrimônio, Licenciamento Ambiental e o Registro de Bens Culturais de Natureza Imaterial.


Confira o resumo de cada palestrante:


Carlúcio Baima: O Licenciamento Ambiental é um dos instrumentos de proteção ao meio ambiente. Sua existência legal nasce na década de 1980 e com ela a percepção de que a noção de meio ambiente vai muito além dos aspectos naturais e físicos. Envolve também o meio cultural. Nesse sentido, iremos abordar um breve histórico no Brasil acerca da Avaliação de Impacto ao Patrimônio Cultural no âmbito dos processos de Licenciamento Ambiental.


Mariana Kimie da Silva Nito: As relações entre Cidade e Patrimônio são diversas. Entre elas existe a figura do entorno, vizinhança, área envoltória ou de tutela que são algumas das denominações empregadas por órgãos de preservação, legislações e cartas patrimoniais para formular uma noção que se refere à relação dos bens tombados com a cidade. Ampliaram-se significativamente suas significações como instrumento de preservação, ganhando jurisprudência e importância nas políticas empreendidas pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (IPHAN). Mas como incorporar aspectos simbólicos e subjetivos às normativas de preservação urbana?


Iran Souza: O decreto 3.551, de 4 agosto de 200 foi um grande avanço para a política de preservação do patrimônio cultural brasileiro, pois o respectivo legitimou os bens culturais de natureza imaterial. Essa medida foi de suma importância para a continuidade do mapeamento e referenciamento de manifestações populares, saberes e locais relevantes para a manutenção da memória e tradições brasileiras. Por esses motivos é que o presente debate sobre a importância do decreto 3.551 se faz presente.


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