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Hildegardes Vianna será homenageada no Te Deum - dia 30 de junho

28/06/2019

O Instituto Geográfico e Histórico da Bahia convida V.Sa para participar da celebração do Te Deum, dia 30 de junho, às 11h, na Catedral Basílica, em homenagem a folclorista HILDEGARDES CANTOLINO VIANNA.

 

Saiba mais sobre a homenageada: A dama do folclore brasileiro, folclorista, acadêmica e escritora Hildegardes Cantolino Vianna nasceu em Salvador em 31 de março de 1919.  Era filha do poeta, escritor e folclorista Antonio Vianna e Amália Cantolino. Cursou a Faculdade de Direito da Bahia e a Escola de Música da Bahia. Lecionou dança folclórica e folclore musical na Escola de Música e Artes Cênicas na Universidade Federal da Bahia. Especializou-se em Etnologia no Centro de Estudos de Etnologia (Lisboa), com bolsa do Instituto de Alta Cultura e da Fundação Calouste Gulbenkian. Ocupou o cargo de Secretária Geral da Comissão Baiana de Folclore e do Instituto Brasileiro de Educação, Ciências e Cultura – IBECC – órgão brasileiro da Unesco. Foi membro do conselho Deliberativo da Fundação Cultural do Estado da Bahia, sócia e coordenadora do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia. Fez parte da Sociedade Brasileira de Folclore, de Natal-RN e de São Paulo. Iniciou sua carreira como jornalista no extinto jornal “O imparcial” prosseguindo no jornal A Tarde, onde assinava uma crônica semanal sobre folclore e tradições na Bahia. No mesmo jornal escreveu dezenas de artigos sobre os festejos do 2 de Julho. Colaborou em várias revistas, ministrou cursos e proferiu conferências em todo o país. No gênero folclore foi a pessoa mais credenciada na Bahia, daí ser agraciada em 1958 com a medalha Silvio Romero. Publicou “A Bahia já foi assim”, crônica de costumes, “Festas de Santos e Santos festejados” e “A cozinha bahiana, seu folclore e suas receitas”, “A Proclamação da República na Bahia”, “Breve notícia sobre acontecimentos na Bahia do início do século XX”; “As aparadeiras, as sendeironas, seu folclore”. Faleceu em 12 de junho de 2005, aos 87 anos. Seu acervo, um dos mais ricos sobre o folclore brasileiro foi doado à Academia de Letras da Bahia. O IGHB também possui documentos da escritora, no Arquivo Histórico, à disposição do público para consulta.

 

 

 

 

 

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