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Associado do IGHB, professor da história africana é eleito para a Academia Britânica

21/07/2017

 

 

 

 

Nota à imprensa baiana

 

Um dos mais renomados africanistas da atualidade, nascido na Bahia e radicado na Inglaterra, professor Paulo Fernando de Moraes Farias foi nomeado entre as sessenta e seis principais mentes do mundo eleitas como membros da Academia Britânica

 

*Segue nota divulgada pela Universidade de Birmingham 

O professor baiano Paulo Fernando de Moraes Farias (associado correspondente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia), professor honorário da Universidade de Birmingham, foi nomeado entre sessenta e seis das principais mentes do mundo eleitas como membros da Academia Britânica ontem, quinta-feira, 20 de julho.

 

Os bolsistas da Academia Britânica representam o melhor da pesquisa de humanidades e ciências sociais, no Reino Unido e em todo o mundo. Os novos bolsistas deste ano são especialistas em temas que vão desde a teoria feminista ao desenvolvimento econômico da África; História medieval à filosofia indiana e percepção do rosto.

 

Como parte do Departamento de Estudos Africanos e Antropologia da Universidade de Birmingham, o Professor Moraes trabalha em fontes epigráficas para a história medieval da África Ocidental e desenvolveu novas abordagens para as tradições orais da África Ocidental e as Crônicas de Timbuktu do século XVII.

 

Ele é um dos raros historiadores da Grã-Bretanha, cuja gama de interesses inclui a história precolonial precoce da África. Suas inscrições medievais árabes da República do Mali (2003) foram finalistas do Prêmio Herskovits (2004) e ganhou o Prêmio Paul Hair (2005) conferido pela Associação de Estudos Africanos dos EUA, em conjunto com a Associação para a Preservação e Publicação do Histórico Africano Fontes.

 

O novo grupo de membros da Academia Britânica reflete a crescente diversidade de pesquisas no Reino Unido. Os 42 membros do Reino Unido da British Academy abrangem uma ampla gama geográfica, eleitos de 23 instituições.

 

A proporção de mulheres eleitas à Academia Britânicadobrou nos últimos cinco anos. Este ano, 38% dos novos bolsistas são mulheres, superando a participação de 24% das Professoras do sexo feminino em universidades do Reino Unido, de acordo com dados da HESA.

 

A Academia Britânica é o órgão nacional do Reino Unido para as ciências humanas e sociais - o estudo de povos, culturas e sociedades, passado, presente e futuro. Temos três papéis principais: como uma comunidade independente de estudiosos e pesquisadores líderes mundiais; Um organismo de financiamento que apoia novas investigações, a nível nacional e internacional; E um Fórum para debate e engajamento - uma voz que defende as ciências humanas e sociais. Para mais informações, visite http://www.britishacademy.ac.uk/ . Siga a British Academy no Twitter @britac_news.

 

 

Confira entrevista concedida ao jornal A Tarde em 2016 - "A África tem muito a ensinar aos brasileiros" - neste link http://atarde.uol.com.br/

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