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Ex-diretora do Museu de Arte da Bahia, museóloga Sylvia Athayde, morre aos 75 anos, em Salvador

22/09/2015

 

 

A museóloga, professora da Ufba, e ex-diretora do Museu de Arte da Bahia, Sylvia Athayde, faleceu na noite desta segunda-feira (21 de setembro), no Hospital Aliança, em Salvador, aos 75 anos. Internada desde o último dia 3, foi diagnosticada com colangiocarcinoma na vesícula, fígado e intestino. Athayde era viúva do professor Johildo Athayde. Deixou dois irmãos, Themistocles Menezes Neto e Maria Cristina Menezes Fichman e quatro sobrinhos. O velório está acontecendo, nesta manhã, no Palácio da Aclamação, e o sepultamento no Campo Santo, às 16h.

 

Sylvia assumiu a direção do Museu de Arte da Bahia, que integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), em 1991, permanecendo até março de 2015, sendo substituída pelo sociólogo e fotógrafo Pedro Arcanjo. Athayde foi professora do curso de Museologia da Ufba, de 1973 a 1997, quando ministrou as disciplinas Técnicas de Museu, Artes Decorativas (Mobiliário, Cerâmica e Ourivesaria), Heráldica, Museografia e Estágio de Museologia. Foi coordenadora e vice coordenadora do Colegiado do Curso de Museologia de 1974 a 1976. Coordenou e implantou o projeto do Núcleo de Artes do Desenbanco. Curadora de inúmeras exposições realizadas em Salvador, na Bahia, Brasília, Fortaleza, São Paulo, e em países como Portugal e França. Foi membro: da Comissão Nacional de Museus, criada pelo Ministro Francisco Weffort, em 1994; do Conselho de Cultura da Associação Comercial da Bahia; do Conselho de Cultura do Estado da Bahia (1979-1983-1987); da Comissão Julgadora (designada pelo Ministério da Educação e Cultura) para o reconhecimento do Curso de Museologia das Faculdades Integradas Estácio de Sá, Rio de Janeiro – 1981; da Associação Portuguesa de Museologia e do Conselho Curador da Fundação Pierre Verger.

 

Proferiu centenas de palestras em congressos e seminários no Brasil e no exterior, além de ter ministrado cursos sobre assuntos de sua especialidade: o mobiliário luso-brasileiro e Museologia.

Recebeu várias condecorações, como a Portuguesa da Ordem do Infante D. Henrique, no grau de Comendadora, pelos serviços prestados à cultura portuguesa (junho de 2000) e a Grão Cruz da Ordem do Infante D. Henrique – em maio de 2007.

 

Publicou mais de 100 artigos em jornais e diversos catálogos de exposições realizadas no Núcleo de Artes do Desenbanco, Museu de Arte da Bahia e Fundação Calouste Gulbenkian.

Em resumo, foi curadora de mais de 200 exposições em mais de 40 anos. Sua última exposição,“24 anos na história do Museu de Arte da Bahia”, apresentou em uma linha do tempo, e dos espaços expositivos do andar térreo do museu, uma pequena amostragem das principais aquisições, doações, exposições, publicações e restaurações (entre pintura, porcelana, mobiliário e prataria), realizadas entre 1991 e 2014. Durante mais de duas décadas foram doadas 282 e adquiridas 436 peças, que passaram a complementar e integrar as coleções de pintura, desenho, gravura, escultura, mobiliário, porcelana, prata e cristais.  Foram restauradas por técnicos especializados da Bahia e do Rio de Janeiro, 250 pinturas, 56 molduras, 67 esculturas, 281 obras com suporte em papel (desenhos e gravuras), 53 móveis, 18 objetos de porcelana, 03 painéis de azulejo, 10 peças de prata e 27 acessórios femininos.

 

 

DEPOIMENTOS

 

Sylvia Athayde era uma referência nas Artes Visuais da Bahia. Excelente professora de Museologia, com conhecimento sobre Artes Decorativas, tema  escolhido para o trabalho que estava organizando para seu próximo livro. Sylvia Athayde deixa um legado de trabalhos inquestionáveis, notadamente, na preservação do Museu de Arte da Bahia. É uma perda significativa para a cultura e arte baianas.

Pedro Arcanjo

Diretor do Museu de Arte da Bahia

 

A museologia da Bahia pede uma grande profissional que, além de professora do Curso de Museologia da UFBA durante alguns anos, dedicou 24 anos de sua vida ao Museu de Arte da Bahia (MAB).

Ana Liberato, diretora da Dimus – Diretoria de Museus/Ipac/Secult

 

A professora Sylvia Athayde realizou importante trabalho para a Museologia e os Museus durante o período que atuou como docente e na direção do Museu de Arte da Bahia. Sua competência, profissionalismo e inovação será sempre lembrada na memória de todos nós.

Antonio Marcos de Oliveira Passos, Presidente do Conselho Regional de Museologia 1a Região.

 

Eduardo Morais de Castro, presidente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia

É uma perda muito grande para a Bahia o falecimento de Sylvia Athayde. Associada e colaboradora do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia há muitas décadas, Sylvia foi protagonista nos últimos quarenta anos, de movimentos culturais que dignificaram o Estado. Sua brilhante passagem pelo Núcleo de Arte do então Desenbanco, qualificou-a para a direção do Museu de Arte da Bahia, que passou a dinamizar suas exposições, dando relevante ênfase ao seu acervo. Era uma incansável guerreira pela preservação do MAB, inclusive, buscando internacionalmente, sobretudo em Portugal, recursos que pudessem atingir seus nobres objetivos. 

 

Um dia, as Artes tocaram Sylvia Athayde, assim, tão amanhecida nela como um primeiro inspirar de recém-nascido. Configurou-se como uma sensação que veio através do umbilical mítico que conforma e estende nossas raízes, no Tempo Profundo. Ela não mais poderia ou quereria deste passo se afastar. E a mágica nela se manifestou, modelando, forjando, calejando, encontrando crescimento e reconhecimento, ultrapassando todas as dificuldades.  Apresentou-se ao Mundo das Artes mais que como conhecedora. Surgira como museóloga, estudiosa, escritora, professora, curadora. Brilhava nela uma maestrina vigorosa, entusiasmada, fervorosa na sua devoção,  coroada por 24 anos na direção do Museu de Arte da Bahia. Desencadeou uma seqüência de centenares ações, promoções, restaurações, exposições, beneficiando artistas e públicos. Favoreceu sobremodo aquele espaço onde mentes, corações, espíritos, mãos, olhos, ouvidos bailam uma fantástica e construtiva jornada... Com persitência elaborada ou repente vigoroso, lutou pela Arte, apontando caminhos a nós. Sob sua batuta, o MAB se qualificou ainda mais, aformosou-se, honrou, germinou, refinou-se, apoiou, expandiu... Sylvia está, agora, distante dos nossos agradecimentos ou ingratidões, dos nossos reconhecimentos ou desrespeitos, dos bônus e ônus que abraçam quem labuta nesta sacra jornada que ela tanto ajudou a forjar. Ainda assim escrevo... Pode deixar, Sylvia... O que me pediu... Aquelas exposições de fotos encontradas nos lixos... de fotos colorizadas... aquelas palestras sobre a Vitória... pode deixar que acontecerão, sim... Tenha só um pouco de paciência... Está com ótimas companhias. Leve, por favor, a esse chá transcendente de fim de tarde, um abraço para as estimadas Consuelo Pondé de Sena e Consuelo Novais Sampaio... Qualquer dia, nos reveremos todos.

Rubens Antônio, Geólogo e colaborador do Museu de Arte da Bahia

 

D. Sylvia era uma pessoa dinâmica. O MAB era a casa dela. Inteligente, nunca teve astúcia nem malícia no trato com as pessoas. Foi ela quem levantou o Museu. Com muito orgulho, trabalhamos juntos por 25 anos.

Emanoel Francisco Leite (Mano - funcionário de 33 anos do MAB)

A Bahia perdeu um baluarte da Cultura, especialmente na área da museologia. Mulher de personalidade forte, mas que tinha uma sensibilidade e uma doçura que só era conhecida por quem teve o privilégio de conviver bem de perto. A última frase que eu falei em sua companhia: aconteça o que acontecer seu nome já está na história do MAB. Deus a abençoe. Fique com Deus. 

Fátima Moreira, funcionária do MAB

 

 

É uma grande perda para a cultura baiana. Era uma mulher de personalidade forte, de humor ácido, às vezes leve, porém, sempre densa e dramática. Amava profundamente o que fazia e por conta disso era capaz de perder a cabeça em defesa daquilo que acreditava. Aprendi muito com ela e tive a sabedoria de aproveitar os anos que passei ao seu lado. Que descanse em paz!

Renata Assiz, museóloga, e ex-funcionária do MAB

 

RESUMO DAS CURADORIAS:

Curadora das seguintes exposições realizadas no Núcleo de Artes, Salvador - Bahia

(1983-1990):

 

Poty – gravuras - novembro de 1982.

O Natal e os presépios - dezembro de 1983.

50 anos de Fotografias de Pierre Verger - abril de 1983.

A Modernidade em Guignard - junho de 1983.

O Mundo da Cor - novembro de 1983.

Cravo: linha, forma e volume - maio de 1984.

Artistas da Bahia (intercâmbio com a Universidade do Ceará) - julho de 1984.

Artistas do Ceará - agosto de 1984.

Fotografias de Mário Cravo Neto - outubro de 1984.

Lygia Sampaio - março de 1985.

Flávio de Carvalho – pinturas, desenhos e projetos - abril de 1985.

O desenho e os desenhos de Floriano Teixeira - agosto de 1985.

Carlos Bastos - 40 anos de Pintura - novembro de 1985.

Desenhos de Di Cavalcanti na Coleção do MAC - Museu de Arte Contemporânea de São Paulo - maio de 1986.

As artes de Carybé: pintura, desenho, gravura, escultura - agosto de 1986.

A marca do artista: gravuras e artes gráficas mistas (programa de intercâmbio com o Serviço de Divulgação e Relações Culturais dos EUA) - janeiro de 1987.

Kathe Kollwitz: gravuras (programa de intercâmbio com o Instituto Goethe - Salvador) - julho de 1988.

Agnaldo Santos - Esculturas - novembro de 1988.

 

 

Curadora das seguintes exposições realizadas no Museu de Arte da Bahia (de 1991 a 2014):

 

Dois retratos de arte - 1991.

Um olhar sobre as coleções do MAB - 1991.

Cantos e recantos do passado - 1993.

A criança nova, a criança eterna - uma imagem da cultura infantil através dos tempos - 1991/1992.

Van Gogh - Consulado da Holanda/MAB - 1992.

Carybé, Bahia/Argentina.

A natureza nas artes plásticas - 1992.

BR/80/ pintura Brasil década 80 - 1992.

Jorge Amado e as artes plásticas - 1992.

Pierre Verger / América Latina - Fotografias - 1992.

Max Ernst - gravuras e livros ilustrados - Instituto Goethe/MAB - 1992.

Rembrandt - Consulado da Holanda/MAB - 1992.

Os passos da Paixão - 1993.

Canudos rediviva - comemorativa dos 100 anos de Canudos - 1993

Oito décadas de pintura portuguesa - coleção da Fundação C. Gulbenkian - 1993.

Crenças e devoções - 1993.

Max Klinger - Instituto Goethe/MAB - 1993.

Aquarelas de Carybé - 1993.

Namoro à antiga - do namoro ao casamento - 1993/1994.

Restauração do acervo de pintura do Museu de Arte da Bahia - 1994.

Edições Culturais Odebrecht – pinturas e esculturas que integram os livros editados pela Odebrecht -1994/1995.

Momentos da Paixão - 1995.

Santo Antônio - 800 anos de devoção - 1995.

O leque, seu tempo e sua linguagem - 1995.

Camões - C.N.D.P./MAB - 1995.

Margaret Mee - homenagem à mãe natureza – aquarelas, desenhos e objetos da artista Margaret Mee - 1995/1996.

Paisagens e marinhas - pinturas de artistas baianos - 1996.

Barcos (miniaturas) - 1996.

Bahia - Rio São Francisco, Recôncavo e Salvador - Fotografias de Marcel Gauterot - 1996.

Newton Silva - desenho e pintura - 1996.

Orquídeas - 1996.

A pintura italiana no acervo do MAB - 1996.

Labirinto da moda - uma aventura infantil (SESC/SP/MAB) - 1996.

D. Leopoldina - princesa da Áustria e imperatriz do Brasil - Instituto Goethe/MAB - 1996/1997.

Desenhos de Carybé - 1997.

Artes Gráficas dos anos 80 na Alemanha - Instituto Goethe/MAB - 1997.

Piranesi - gravuras da coleção da Real Academia de Belas Artes de São Carlos - Valença / Espanha - 1997.

Vieira e a Bahia do seu tempo - 1997.

O Brasil de Portinari - Projeto Portinari/MAB - 1997.

Destaques do acervo/MAB - 1997/1998.

Azulejaria portuguesa - homenagem a Santos Simões - Fundação Gulbenkian/ MAB - 1998.

Territórios de papel - Consulado da Espanha/AECI/MAB - 1998.

Imagens da mulher - 1998.

Art Nouveau na Áustria - Associação Cultural Austro-Brasileira/MAB - 1998/1999.

As festas da Bahia - Conceição, Bonfim, Iemanjá - nos desenhos de Carybé - 1999.

Estórias de dor e esperança - o Brasil nos ex-votos portugueses, séculos XVII a XIX - C.N.P.D./MAB - 1999.

Arte e devoção - as pinturas de Teófilo de Jesus da Igreja do Bonfim - 1999.

Memória da Sé - 1999.

Pierre Verger - fotos inéditas - Aliança Francesa/Fundação Pierre Verger - 1999.

A Cidade da Bahia no olhar dos artistas - 1999.

Trajes Tradicionais Valencianos - Generalitat Valenciana/MAB - 1999.

Notícias de Ruy Barbosa - 150 anos - 1999/2000.

A Bahia de Pierre Verger - 2000.

A Cidade da Bahia no olhar de Diógenes Rebouças - 2000.

Biombos brasileiros, portugueses e orientais – 2000.

O Azulejo em Portugal no século XX – 2000.

Notícias do Império, através da louça brasonada – 2000.

August Rodin – esculturas / fotografias – 2001.

Mapas do Brasil holandês – 2001.

Rubem Valentim – artista da luz – 2001.

Carlos Scliar – 80 anos, pinturas recentes e o artista enquanto jovem – 2001.

A carta de Caminha e artes indígenas – 2001.

Fotógrafos alemães no Brasil do século XIX – 2001.

Pintores Uruguaios contemporâneos – 2001.

500 anos da Baia de Todos os Santos – 2001.

A pintura estrangeira na coleção do MAB – 2002.

Festa barroca à azul e branca – 2002.

Imagens do arquivo virtual de cartografia urbana portuguesa – 2002.

As cores do Bonfim – 2003.

Os grandes mestres da pintura baiana – 2003.

A festa do Bonfim – Carybé – 2004.

Pintura estrangeira – 2002.

Naufrágios na costa da Bahia – 2004.

A via sacra, de José Antonio da Silva – 2004.

Arminda Lopes – perdas a estética da dor – 2004.

Artes tradicionais de Portugal – 2005.

A herança portuguesa nas artes decorativas brasileiras – 2005.

Madeiras do Brasil e os artistas da madeira – 2005.

Amazônia – Samuel Pinheiro Guimarães – 2005.

São Francisco de Assis e a Tradição do Presépio – 2005/2006.

Modos de Ver e de Entender a Arte – 2006.

Ana Pimentel - No meu Próprio Espaço – 2006.

Santo Antonio – 811 anos de Devoção – 2006.

Comemorativa do centenário de João Alves e do Natal – 2006

João Alves e Carybé – igrejas e festas tradicionais da Bahia - 2007

A Paixão é Humana - 2007

-    MAB – Patrimônio de Todos – aquisições e doações – 2007

-    Christian Cravo – Salvador da Bahia – Roma Negra, Cidade Mestiça – 2007

-    Retrospectiva de Calasans Neto (matrizes de xilogravura e pinturas) – 2007

-    A Bahia na época de D. João e a chegada da Corte Portuguesa – 2008

-    Odette Eid – Minhas cabeças – esculturas – 2008

-    De Colônia a Império – um olhar sobre o século XIX – 2008

-    Casas de Brasileiro (fotografias) – 2008

-    Caroline Harari – Oferenda (cerâmica)

-    Pedro Archanjo – O Momento Histórico que nos Contém (fotografias) – 2009

-    A Cidade do Salvador do século XVII ao XIX – 2009

-    Olhar e Ver a Arte – 2009

-    Maxim Malhado (esculturas de madeira) – 2009

-    Euclides da Cunha na Cidade da Bahia – homenagem ao centenário do escritor           

     2009

-    Vera Patury – Mata Atlântica – paisagens (pinturas e tapeçarias) – 2010

-    Revisitando um Acervo de Arte Baiana – Coleção Desenbahia – 2010

-    Modos de Ver e de Entender a Arte – 2010

-    Reencontrar José Valladares – O Mestre – 2010

-    Igrejas da Bahia – pinturas e desenhos de artistas baianos - 2010

-    Boris Kossoy – O Caleidoscópio e a Câmara (fotografias) – 2010

-    Imagens Seculares e uma História com Novos Olhares – Senhora San’Ana –   

      Século XVII ao XXI – 2010

-     Martin Heinig – Teus Heróis – Meus Heróis – 2010

-     Genaro de Carvalho, de memória – uma retrospectiva – 2010

-     Presépios – 2010

-     David Gerstein – Lifestyle (esculturas e pinturas) – 2011

-     A Memória da Cidade da Bahia no Acervo do MAB – 2011

-     Santeiros da Bahia – arte popular (cerâmica) – 2011

-     Pintoras na Primavera 2011 – 2011

-     Carmen Penido – caminhos percorridos – 2011

-     A Arte dos Presépios – 2011

-     As Festas do Bonfim e Yemanjá no Olhar de Carybé (desenhos) – 2012

-     Circuito das Artes – 2012

-     Os Lopes Rodrigues (pinturas) – 2012

-     Brinquedos que Moram nos Sonhos – Coleção David Glatt – 2013

-     Santo Antonio – 818 anos de devoção – 2013

-     Iconografia e Iconologia (pinturas temáticas) – 2013

-     Presépios populares (miniaturas) e presépios clássicos - 2013

-     Balangandans – uma poética da esperança – Nádia Taquary – 2014

-     Salvador da Bahia de Todos os Santos no século XIX – em homenagem ao

      centenário de Diógenes Rebouças – 2014

-     Mestres da Gravura – acervo da Fundação Biblioteca Nacional – 2014

 

Curadoria de Exposições Internacionais:

Buenos Aires (Argentina)

“Retrospectiva de Carybé – pinturas, esculturas, gravuras, desenhos e livros ilustrados” – 1987 – Salas Nacionales de Exposiciones Recoleta.

 

Lisboa (Portugal)

“Traje: um objeto de arte” – Fundação Calouste Gulbenkian – 1990

“Emanoel Araújo – esculturas e monotipias” – Fundação Calouste Gulbenkian - 1991

 

Paris (França)

“Jorge Amado – (literatura e artes plásticas)” - Centro George Pompidou - 1993

 

Madri (Espanha)

“Baianas” – pinturas de Beatriz Vidal

 

 

 

 

 

 

MUSEU DE ARTE DA BAHIA

Av. Sete de Setembro, 2340, Vitória - Salvador-BA

Assessoria de Comunicação:  Susana Serravalle – 71 8888 5038

Cleide Nunes 71 3117 6901/ 71 9974 5858

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