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Mesa redonda debate 60 anos da morte de Getúlio Vargas

26/08/2014

 

O Instituto Geográfico e Histórico da Bahia promove nesta sexta-feira (29 de agosto), às 15h, a mesa redonda 60 ANOS DA MORTE DE GETÚLIO VARGAS. O encontro terá como conferencista o professor e cientista político Joviniano Neto e participações do professor Aristeu Almeida e ex-governador Waldir Pires. Durante o debate, aberto ao público, Joviniano Neto vai defender que a imagem de Getúlio Vargas está bastante presente nos 60 anos de sua morte. Para isso, destacará os principais elementos que contribuem para esta vigência: a presença na mídia reativada, especialmente pelo filme “Getúlio” e trilogia dos livros de Lira Neto, a comemoração dos 50 anos do Golpe Militar, desfechado por forças antigetulistas e a comparação, em grande parte indevida, entre as duas ditaduras (1964-1985 e 1937/1945), além das eleições gerais onde se defrontam colisões lideradas por partidos oriundos do campo popular e do liberal conservador. Outros assuntos também serão debatidos como: a reativação da imagem de Getúlio pelos progressistas, a importância e a permanência da necessidade de entender Getúlio. “A Revolução de 1930 e a ação de Getúlio mudaram, definitivamente, a história do Brasil. O seu suicídio e sua Carta Testamento, momento de denúncia e tragédia, em país com tradição de conciliação de elites, incluíram Getúlio no Panteon dos heróis nacionais”, conclui Joviniano Neto. 


Antecede a mesa, às 13h30, a exibição do filme “Getúlio” (Globo Filmes), dirigido por João Jardim. “Agosto de 1954. O jornalista de oposição e dono de jornal Carlos Lacerda, sofre um atentado a bala na porta da sua casa em Copacabana. O pistoleiro erra o tiro e mata o Major da Aeronáutica Rubens Vaz, que fazia a segurança de Lacerda. O presidente da República, Getúlio Vargas, é acusado de mandar matar o maior inimigo político do seu governo. Getúlio passa a ser pressionado por lideranças militares e pela oposição para renunciar ao mandato. As investigações mostram que a ordem para o atentado saiu de dentro do Palácio do Catete. O tenente Gregório Fortunato, chefe da guarda pessoal do presidente e seu homem de confiança há anos, é acusado. Ao lado da filha, Alzira Vargas, seu braço direito na presidência, e colaboradores fiéis como Tancredo Neves e o general Zenóbio da Costa, Getúlio tenta se manter no poder e provar sua inocência. Diante das ameaças que pedem a deposição imediata do presidente, o presidente comete um ato extremo”.

SERVIÇO:
29 de agosto de 2014, às 15h
Mesa redonda: 60 anos da morte de Getúlio Vargas
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71 3329 4463
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